Projétil, do tipo granada de artilharia, formado por uma ogiva de ferro recoberta por uma capa de bronze dilacerada, onde aparecem as marcas da união com o cartucho, e com os seguintes dizeres gravados: "Marajó 24/06/92". Projétil oco e recheado por uma semiesfera, com comprimento igual ao interno da ogiva, e por três esferas de chumbo. Na base rosqueada, prende-se um parafuso de 2,5 cm de comprimento com a rosca de 2,5 cm de diâmetro e 3,0 cm de altura na cabeça. Na linha equatorial da cabeça do parafuso existem duas cavidades cilíndricas e paralelas com 0,6 cm de altura.
Peça atribuída ao bombardeio da Canhoneira Marajó sobre Porto Alegre, que em 1892 teria caído no quintal interno do prédio da rua Marechal Floriano nº 172, de propriedade de Elfride Bastos Rosa.
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